Em 7 de abril o
funcionário Luís Valdo Rodrigues Gomes, de 43 anos, morreu após cair de uma
plataforma de seis metros em uma empresa de construção no Distrito Industrial
Uninorte, em Piracicaba (SP), enquanto trabalhava na manutenção de um exaustor.
No momento que ele checava o aparelho, a plataforma que
ele estava cedeu, provocando a queda do funcionário. O exaustor também caiu ,
mas ao lado dele.
“Eles estavam manutenção externa do exaustor e quando
soltaram o parafuso a peça caiu na estrutura que eles estavam pisando e ai
trazendo o piso para baixo, provocando, infelizmente, esse acidente”. diz o
presidente do Sitcom, Milton Costa.
A empresa informou que cumpre as normas de segurança e
que irá colaborar com as investigações. Em nota, a Jôfêgê Pavimentação e
Construção disse que o setor de segurança do trabalho da empresa está
verificando as causas do acidente.
(fonte: http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/funcionario-morre-apos-cair-de-plataforma-de-6-metros-em-empresa-de-construcao-de-piracicaba.ghtml)
É muito
comum encontrarmos operários trabalhando em manutenção de equipamentos em
alturas sem o uso de cabos que prendam e segurem o operário na estrutura
assegurando este de uma queda. No caso em questão Luis Valdo não utilizava
nenhum equipamento de proteção que o
prevenisse da queda. Segundo as normas de regulamentação é obrigação do
empregador oferecer equipamentos de proteção bem como orientar os funcionários
de como esses EPI’s devem ser utilizados.
Muito provavelmente a morte do operário Luis Valdo seria
evitada se a empresa disponibilizasse um cabo de
linha de vid, uma estrutura que feita em cima de onde o trabalhador está para
que ele possa colocar o cinto de segurança.

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