segunda-feira, 31 de julho de 2017

Operário morre em construção de Prédio

 Vítima montava elevador em um prédio em obras (Foto: Reprodução/TV Bahia)

Fonte:  http://g1.globo.com/bahia/noticia/operario-morre-apos-acidente-de-trabalho-em-obra-de-predio-no-corredor-da-vitoria.ghtml.  Acesso em: 29/07/2017

Um operário que atuava na obra de um prédio no Corredor da Vitória, região nobre de Salvador, morreu por volta das 8h30 desta segunda-feira (24), após um acidente de trabalho, segundo informações do Sindicato da Construção Civil. De acordo com operários da obra, a vítima, identificada como Ronaldo de Araújo Cerqueira, de 31 anos, era técnico de manutenção de elevadores e foi prensado por uma ferramenta muito pesada, durante um teste em um elevador.
Segundo a Superintendência Regional do Trabalho na Bahia (SRT-BA), o acidente ocorreu quando o trabalhador montava um dos elevadores definitivos do empreendimento. Conforme os operários, a peça, que serve para medir a capacidade de peso que o elevador pode suportar, teria se movido enquanto o técnico trabalhava e o atingiu.
A polícia foi acionada após o acidente e esteve na obra. Familiares do técnico foram chamados e estiveram no local. Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) também foi até o prédio para realizar uma perícia que deve dar as causas do acidente.
Em nota, a Superintendência Regional do Trabalho da Bahia (SRT/BA) informou que também encaminhou uma equipe de Auditores Fiscais do Trabalho para analisar as possíveis causas do acidente. No comunicado, a entidade informou que análises preliminares apontam para falhas nos procedimentos de segurança.
Em nota, as empresas MRM Construção e a João Fortes Engenharia, responsáveis pela obra, informaram que a vítima usava Equipamento de Proteção Individual (EPI) no momento do acidente e o Corpo de Bombeiros Militar chegou a prestar socorro, mas o homem não resistiu aos ferimentos.
Ainda em nota, as empresas informaram que os operários que trabalham nas obras são treinados frequentemente e todos utilizam, obrigatoriamente, EPI. A MRM Construção e a João Fortes Engenharia disseram que se solidarizam aos familiares e que estão à disposição das autoridades para fornecer todas as informações sobre o acidente.

Notícia publicada em 24/07/2017 - 11h51 - Atualizado em 24/07/2016 16h06. (http://g1.globo.com/bahia/noticia/operario-morre-apos-acidente-de-trabalho-em-obra-de-predio-no-corredor-da-vitoria.ghtml)
A forma como esse acidente ocorreu sugere, assim como a análise da perícia, falhas na segurança que são consequências do não cumprimento da Nr 12.   Nos tópicos 12.301.1. 12.131 e da norma temos:    

12.131 - Ao inicio de cada turno de trabalho ou após nova preparação da máquina ou equipamento, o operador deve efetuar inspeção rotineira das condições de operacionalidade e segurança e, se constatadasanormalidades que afetem a segurança, as atividades devem ser interrompidas, com a comunicação ao superior hierárquico.    
  
12.130.1 - Os procedimentos de trabalho e segurança não podem ser as únicas medidas de proteção adotadas para se prevenir acidentes, sendo considerados complementos e não substitutos das medidas de proteção coletivas necessárias para a garantia da segurança e saúde dos trabalhadores.

Apesar da falta de informação passada pela empresa responsável e pela Superintendência Regional do Trabalho da Bahia , que fez a análise das causas do acidente, é possível notar  que o técnico e os seus encarregados não cumpriram a norma pois poderiam ter antecipado o risco do acidente e ter tomado as medidas necessárias para evitá-lo. 


Postagem por: Vinicius da Fonseca Abreu 

Acidente em Montadora Alemã

  
Fonte: http://epoca.globo.com/vida/experiencias-digitais/noticia/2015/07/robo-mata-funcionario-da-volkswagen-na-alemanh.html.  Acesso em:  25/07/2017
Um técnico de 21 anos morreu nesta quarta-feira (1) depois de ser atingido por um robô na fábrica da Volkswagem em Kassel, na Alemanha. O acidente aconteceu enquanto dois funcionários da montadora trabalhavam na instalação da máquina. As informações são do site do jornal Financial Times.
Segundo a Volks, o técnico entrou na gaiola de proteção em que o robô opera e foi prensado pela máquina contra uma placa de metal. O jovem foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O segundo funcionário, que estava fora da gaiola, saiu ileso do acidente.
Ainda de acordo com a montadora alemã, o robô não apresenta nenhum problema técnico, dando a entender que o acidente, que está sob investigação, aconteceu por causa de falha humana. 
O robô em si faz parte de uma geração antiga de máquinas usadas para automação industrial. A Volks fez questão de esclarecer isso, já que tem uma nova geração de robôs-assistentes. Eles trabalham lado a lado com seres humanos. Não há notícias de acidentes graves com máquinas de gerações mais recentes e mais inteligentes.
Os robôs mais novos costumam ter sistemas de segurança que evitam choques diretos com seres humanos. Mas a notícia não deixa de alimentar o debate sobre o futuro da automação nas empresas. Os robôs serão suficientemente inteligentes para não cometer erros capazes de causar ferimentos em humanos? Conseguirão se esquivar de eventuais erros dos funcionários de carne e osso?
Notícia publicada em 01/07/2015 - 16h04 - Atualizado em 03/11/2016 22h31 (http://epoca.globo.com/vida/experiencias-digitais/noticia/2015/07/robo-mata-funcionario-da-volkswagen-na-alemanh.html)  
Esta notícia é um exemplo das consequências do não cumprimento das normas de segurança, tanto pelo funcionário quanto pelo encarregado que não estava supervisionando. A Nr 12 regulamenta a segurança do trabalho em maquinas e equipamentos, no tópico 12.132 da norma temos: Os serviços em máquinas e equipamentos que envolvam risco de acidentes de trabalho devem ser planejados realizados econformidade com os procedimentos de trabalho e segurança, sob supervisão e anuência expressa de profissional habilitado ou qualificado, desde que autorizados.”       
E no tópico 12.135 falando sobre capacitação temos: 12.135. A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim.
Oque indica falha no cumprimento das normas de operação e planejamento do serviço que estava sendo realizado e  a falta de preparo do rapaz que adentrou o espaço de operação da máquina.  


 Postagem por: Vinicius da Fonseca Abreu 



Unimed Itapetininga implanta Programa de Proteção Radiológica



O uso de métodos diagnósticos por radiação ionizante são de grande auxílio na melhora da acurácia e otimização dos diagnósticos e no controle de tratamento dos pacientes. Porém, em virtude do seu efeito cumulativo nos tecidos humanos, é preciso haver cautela no seu manuseio e, principalmente, na incidência e repetição dos mesmos.
 Para conscientizar seus beneficiários e prevenir os problemas de saúde causados pelo excesso de radiação, a Unimed Itapetininga implantou o programa Proteção Radiológica.
 Nele, os pais das crianças vão receber a Carteirinha de Radioproteção para que, junto com os médicos pediatras e radiologistas, possam controlar os exames radiológicos realizados nas crianças e, assim, diminuir a exposição delas à radiação ionizante.
 A carteirinha traz informações importantes sobre a radiação emitida nos exames de raio-x e tomografia computadorizada, por exemplo. Esclarece que a alta incidência de radiação pode causar riscos à saúde e faz um comparativo com a radiação natural, à qual estamos todos sujeitos, para dar uma ideia da carga de radiação a que as crianças estão expostas em cada exame.
 Há maneiras de garantir a utilização da menor quantidade possível de radiação durante um exame por imagem e, assim, proteger as crianças. Por meio do programa de Proteção Radiológica, a Unimed Itapetininga está adotando uma série de medidas para conscientizar médicos, pacientes e colaboradores e mudar essa realidade.


(fonte:https://www.unimed.coop.br/home/imprensa/noticias-unimed/listagem-noticias/unimed-itapetininga-implanta-programa-de-protecao-radiológica)













Aposentadoria especial pode ter laudo técnico dispensado quando instruída com perfil profissiográfico



 Nos pedidos de aposentadoria especial feitos com base em exposição do trabalhador a ruído nocivo, a apresentação do Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT) pode ser dispensada quando o processo é instruído com o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP). Todavia, são ressalvados os casos em que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suscita dúvida objetiva em relação à congruência entre os dados do PPP e o próprio laudo que embasou sua elaboração.

O entendimento foi firmado pela Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar incidente de uniformização de jurisprudência apresentado pelo INSS. O pedido da autarquia, inicialmente dirigido à Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais (TNU), foi motivado pelo acolhimento de pleito de aposentadoria especial pela 1ª Turma dos Juizados Especiais da Justiça Federal do Rio Grande do Sul. Com base em perfil profissiográfico, o colegiado gaúcho reconheceu que um profissional foi submetido a níveis insalubres de ruído em seu ambiente de trabalho.
Para a autarquia, a inexistência no processo de laudo técnico para medição do ruído afastaria a possibilidade de deferimento da contagem especial do tempo de aposentadoria.


(fonte: http://www.stj.jus.br/sites/STJ/default/pt_BR/Comunica%C3%A7%C3%A3o/noticias/Not%C3%ADcias/Aposentadoria-especial-pode-ter-laudo-t%C3%A9cnico-dispensado-quando-instru%C3%ADda-com-perfil-profissiogr%C3%A1fico)


domingo, 30 de julho de 2017

Trabalhador morre após explosão




Uma explosão foi registrada em um posto de combustível na Rua São Miguel, no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife, na manhã desta terça(8). Um homem que estava trabalhando no local morreu durante a ocorrência, por volta das 7h40. O Instituto de Medicina Legal (IML) está a caminho para recolher o corpo.
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a explosão aconteceu quando Genival Antônio da Silva, 48 anos, estava fazendo um buraco com uma lixadeira elétrica em um tanque de combustível desativado para realizar reparos. Faíscas liberadas pela ferramenta entraram em contato com o gás que estava no reservatório e o homem foi arremessado a cerca de dez metros da obra.
O acidente chamou a atenção de moradores e pessoas que estavam passando pela área. "Eu estava dormindo quando explodiu, pensei até que tinha explodido uma bomba em um caixa eletrônico. Com a explosão, o rapaz voou e morreu na hora, um pedaço de roupa dele estava queimando ainda", disse Estela Gomes, moradora do bairro.

(fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/geral/noticia/2016/03/08/explosao-e-registrada-em-posto-de-combustivel-em-afogados-224803.php)


Acidentes como esse se tornam muito comuns quando não se tomam as devidas precauções para a segurança e a saúde do trabalhador. A norma regulamentadora de número 20 - NR 20, que determina ações envolvendo trabalho em áreas onde contenham líquidos combustíveis e inflamáveis, diz que o empregador deve implementar medidas específicas para o controle da geração de fontes de ignição, além de sinalizar a proibição do uso de ferramentas em áreas sujeitas à existência de atmosferas inflamáveis. 

Benzeno, inimigo lento e mortal dos frentistas



Frentistas de Mato Grosso do Sul e de todo Brasil convivem com um inimigo mortal que age lentamente na vida de trabalhadores em postos de combustíveis, especialmente frentistas que manuseiam diretamente os combustíveis (gasolina, álcool e diesel) que têm em sua composição esse produto considerado altamente cancerígeno e que comprovadamente foi responsável pela morte do frentista Gilberto Filiu, em junho do ano passado em Dourados. O problema maior é que muitos profissionais do setor podem estar contaminados por esse e outros produtos químicos.

Diante da gravidade do problema, que é de difícil diagnóstico, o Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços e Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso do Sul - SINPOSPETRO/MS encomendou um estudo sobre o problema dos hidrocarbonetos (etil benzeno, xileno, tolueno e também o benzeno) na vida dos trabalhadores em postos de combustíveis do Estado.

"A presença dos hidrocarbonetos, em especial o benzeno, na vida diária das pessoas que trabalham em postos de combustíveis, inclusive aqueles que estão mais distantes das bombas, pois também podem ser contaminados, nos preocupa muito e como liderança sindical temos feito alertas constantes e lutado também por aposentadoria especial de nossos profissionais", comentou Gilson da Silva Sá, presidente do Sinpospetro/MS.

Albertoni Martins da Silva Júnior, engenheiro de segurança do trabalho, especialista em higiene ocupacional pela Poli/USP e especialista técnico HAZMAT pela Universidade do Texas - USA e perito de insalubridade e periculosidade da Justiça do Trabalho, é quem está fazendo um estudo sobre os hidrocarbonetos em meio aos trabalhadores em postos de combustíveis do Estado.

Segundo o engenheiro, "muitos autores já estudaram a correlação entre câncer escrotal e câncer de pele, em trabalhadores expostos durante anos a vários agentes contendo hidrocarbonetos. Atualmente já é aceita como principal fonte de agente cancerígeno a presença de hidrocarbonetos em óleo mineral usados em concentrações elevadas, na pele de trabalhadores expostos há muitos anos".

No Brasil, segundo Albertoni Martins, é importante ressaltar a atividade de frentista, onde os trabalhadores estão expostos aos riscos provocados pelo contato com hidrocarbonetos aromáticos através dos combustíveis e óleos lubrificantes comercializados em postos e serviços. "Nesses ambientes é possível identificar o contato do trabalhador com os produtos químicos durante a atividade de abastecimento de veículos, lubrificação, manuseio de partes contaminadas do motor para medir níveis de óleo e água, lavagem de veículos e contato com panos e estopas contaminadas".

"Dessa forma - afirma o engenheiro - é relevante ressaltar a importância da prática sobre as ações de controle da insalubridade nos postos de combustíveis e serviços, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente do trabalho e recursos naturais para a prática do trabalho seguro com sustentabilidade."




Em suma, o engenheiro de segurança do trabalho Albertoni Martins da Silva Júnior está buscando, é justamente, o quê rege o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, que tem por finalidade definir uma metodologia de ação para garantir a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores face aos riscos existentes nos ambientes de trabalho.


Trabalho e danos: MPT em SP abre 3 ações diárias por doenças e acidentes

Órgão somou 1,1 mil processos em 2015; maiores tramitam em Campinas.
Vítimas relatam calvário por direitos e estatísticas impactam gastos do INSS.


[...] Às 14h de uma sexta-feira marcada por tarefas de rotina, Fabiana Candida, 40 anos, ajeitava-se na poltrona azul do ônibus que percorre a linha 317 de Campinas. [...] Naquele momento, ela estava há pelo menos 30 horas sem dormir e acabara de deixar a clínica onde busca auxílio para superar a depressão. Além disso, experimenta o vazio deixado pela morte da mãe há sete meses, vítima de câncer.
Entre estes dois momentos, Fabiana contou à reportagem que luta contra a doença há seis anos e que ela foi agravada durante período de trabalho em um call center instalado no município. À época, recebia somente um salário mínimo para bater metas de atendimento e suportar bem mais que desaforos de eventuais clientes insatisfeitos com a empresa onde estava.

"Chegaram a ligar na minha casa para gritarem comigo. Fazia uma série de tarefas com muita pressão. Era ridículo, surreal, absurdo. Isso com todos, comigo não era diferenciado", critica.

Durante cinco anos na empresa, Fabiana teve dois afastamentos, que somaram 90 dias. Sem perspectiva de melhorias, saiu da companhia e conseguiu um acordo para receber o valor da rescisão contratual.

Quando esmiúça a memória, trata com indignação a humilhação sofrida. "A médica de lá [call center] ia ao ambulatório e me receitava remédio para tomar e eu continuar lá trabalhando. Quando comecei tratamento psiquiátrico, eu tomava nove comprimidos durante o dia e 11 para dormir", conta. [...]

Notícia publicada em 11/05/2016 06h50 - Atualizado em 11/05/2016 09h42 (http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/05/trabalho-e-danos-mpt-em-sp-abre-3-acoes-diarias-por-doencas-e-acidentes.html)

Com a utilização efetiva do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, as chances de ocorrer doenças com esta trabalhadora e tantos outros trabalhadores seriam bem menores, pois o PCMSO é um programa que especifica procedimentos e condutas a serem adotadas pelas empresas em função dos riscos aos quais os empregados se expõem no ambiente de trabalho. Vale lembrar que este programa é obrigatório à todas empresas, no entanto muitas vezes não é empregado da forma que deveria ser, como pode-se constatar nesse acontecimento. 

Trabalhador é atropelado por retroescavadeira em loteamento em Montes Claros


Data: 11/07/2017 / Fonte: G1

Montes Claros/MG - Um rapaz de 25 anos foi atropelado por uma retroescavadeira na manhã desta terça-feira (11) em Montes Claros, no Norte de Minas. Na hora do acidente, a vítima trabalhava na obra de um loteamento do Bairro Mirante do Sol, na região sul da cidade.

O Samu foi acionado e prestou socorro à vítima, que fraturou as duas pernas, sendo que na perna direita o ferimento ficou exposto. Ele foi levado consciente ao hospital Santa Casa.

De acordo com o setor jurídico da construtora responsável pelo loteamento, o rapaz é funcionário de uma empresa terceirizada. O setor afirmou também que, tanto a construtora quanto a empresa contratada, está fazendo o possível para prestar a assistência necessária ao funcionário ferido.

A assessoria de comunicação da Polícia Militar afirmou que até a tarde desta terça nenhum boletim de ocorrência sobre o caso havia sido registrado. O G1 procurou a Santa Casa, mas até esta publicação o hospital não havia divulgado o estado de saúde da vítima.

Fonte: http://www.protecao.com.br/noticias/acidentes_do_trabalho/trabalhador_e_atropelado_por_retroescavadeira_em_loteamento_em_montes_claros/JyyJAJjbJj/11590

Operário morto com gás tóxico em Suzano/SP estava sem EPI


Data: 17/09/2013 / Fonte: G1 Mogi das Cruzes e Suzano

Suzano/SP - No dia 17 a Vigilância Sanitária de Suzano realizou vistoria na indústria química onde um operário, de 34 anos, faleceu. O acidente ocorreu no dia 12 de setembro.

A empresa também foi vistoriada no diia 16 pelo Ministério do Trabalho, que contou com a presença de um auditor que é engenheiro químico. Os auditores ficaram na empresa por quase três horas. A fábrica está interditada desde o dia 12 por causa do acidente.

Segundo testemunhas, o operário realizou um procedimento em que misturou dois produtos, gerando uma reação química tóxica. O gás emitido matou o trabalhador. Outras três pessoas da empresa e mais 56 de uma fábrica vizinha foram parar no hospital.

Os auditores confirmaram a versão das testemunhas sobre a origem do acidente. "Foi uma atitude inadvertida do empregado. Ele colocou um produto químico de uma forma inadequada e a reação foi violenta", explica o auditor fiscal Ricardo Villa Real. "A reação provocou o desprendimento do gás tóxico. Ele estava sem o equipamento de proteção, acabou respirando, e faleceu".

Durante a vistoria, o Ministério do Trabalho encontrou algumas irregularidades. Por isso, a fábrica deve ser notificada e terá que se readequar antes de pedir a desinterdição. "O local do acidente foi interditado e a empresa vai ter que adotar algumas situações de melhorias para evitar novos acidentes", diz Real.

Os auditores apontaram que no acidente o operário não estava usando equipamentos de proteção. "A utilização do Equipamento de Proteção Individual é obrigatória", destaca José Luiz Lazaro, auditor fiscal do Ministério do Trabalho.

Além do Ministério do Trabalho, agentes da Vigilância Sanitária estadual e municipal também visitaram a empresa nesta segunda-feira. As instalações foram interditadas pela Vigilância no dia do acidente e até a manhã de terça-feira não foram liberadas. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou que a fábrica deve ser multada nos próximos dias, mas não informou o valor.

A indústria química informou que o funcionário tinha 13 anos de experiência e que será prestada toda assistência à família da vítima. Ainda segundo a empresa, é realizado um trabalho de conscientização para que os funcionários usem os equipamentos de proteção que são fornecidos.

Fonte: http://www.protecao.com.br/noticias/acidentes_do_trabalho/operario_morto_com_gas_toxico_em_suzano_sp_estava_sem_epi/AJy5AAyA/5260

Acidente com produtos inflamáveis causa incêndio de grande proporção em Taboão da Serra


20 JUNHO 2013

Em notícia publicada pelo G1 na manhã desta quarta-feira (19), um incêndio atingiu um complexo químico em Taboão da Serra, na região da Grande São Paulo. A fumaça negra podia ser vista à distância devido à grande proporção do acidente. O local fica na altura do número 518 da Avenida Ibirama, próximo à Rodovia Régis Bittencourt e ao Rodoanel, na divisa com o município de Embu das Artes. No complexo estão localizadas indústrias químicas, farmacêuticas, unidade de incineração e um depósito temporário de resíduos, o qual, aparentemente, armazenava produtos inflamáveis que deram início ao incêndio. 
Aproximadamente 30 carros dos bombeiros foram enviados ao local para combater as chamas. Cerca de 70 homens participaram da ação e não houve feridos, segundo o Corpo de Bombeiros. Foi solicitado o apoio da Companhia de Saneamento Ambiental (Cetesb) e por volta das 15h30 o acidente já havia sido controlado.

Cabe ressaltar a importância do armazenamento adequado dos produtos inflamáveis, assim como os riscos que estes estão sujeitos caso não haja condições adequadas de armazenamento. A Norma Regulamentadora NR 20, publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, dispõe sobre Líquidos Combustíveis e Inflamáveis, auxiliando a adequada gestão destes produtos.

Regulamentada pela ABNT NBR 14725 e obrigatória para todas as empresas que utilizam, distribuem, armazenam e recebem produtos químicos, a FISPQ – Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos fornece informações sobre vários aspectos dos produtos químicos quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente; transmitindo, desta maneira, conhecimentos sobre o produto, recomendações sobre medidas de proteção e ações a serem tomadas em situações de emergência. Este documento é essencial para que as indústrias evitem e controlem os acidentes.

Fonte:http://www.intertox.com.br/acidente-com-produtos-inflamaveis-causa-incendio-de-grande-proporcao-em-taboao-da-serra

sábado, 29 de julho de 2017

Trabalhador morre após levar choque e cair de 8 metros


Um homem morreu após cair de uma altura de 8 metros no dia 29 de abril de 2017 em uma construção no Jardim Bela Vista em Itapetinga (SP). De acordo com o corpo de bombeiros, a vítima instalava uma calha e esbarrou na fiação elétrica. Com o choque o homem foi arremessado para o chão. Ainda de acordo com os bombeiros, a vítima de 27 anos não estava com equipamentos de segurança individual (EPI) na hora do acidente. O homem chegou a ser socorrido com vida mas morreu no hospital. O corpo foi velado e o enterrado às 16 horas no dia 30 de abril de 2017.
(fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2014/04/homem-morre-em-itapetininga-apos-levar-choque-e-sofrer-queda-de-8-m.html)

Acidentes envolvendo quedas são muito comuns, ainda mais quando trabalhadores não utilizam o EPI necessário para o serviço. A empresa é obrigada a fornecer aos trabalhadores, gratuitamente, EPI adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, segundo as disposições contidas na NR 6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI. Nesse caso o trabalhador não usava nenhum equipamento que prevenisse a queda, e como diz a NR 18, que aponta as diretrizes sobre as condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção, o profissional que exerce uma função em atividades a mais de 2,00 m (dois metros) de altura do piso, nas quais haja risco de queda do trabalhador, deve utilizar cinto de segurança tipo paraquedista, com isso amenizaria o problema. Quanto as fiações tão próximas da construção, deveria haver uma sinalização e até mesmo uma estrutura que barrasse qualquer possível contato do trabalhador com a rede elétrica. 

Homem morre após receber descarga elétrica


Em 30 de junho de 2017 Alexandro Triandafilou, de 43 anos, recebeu uma descarga elétrica quando trabalhava em uma construção, em Paranaguá (PR), não resistiu aos ferimentos e faleceu 3 dias depois.
De acordo com informações de testemunhas, Alexandro, teria encostado uma barra de ferro no fio de alta tensão da rede de energia elétrica, em frente à construção onde estava trabalhando. Ao receber a descarga, ele teve as mãos e os pés queimados.
Na ocasião, uma equipe da PM, que estava em patrulhamento pela região, foi abordada por populares, os quais informaram que um homem, que trabalhava na construção, havia sofrido uma descarga elétrica ao encostar uma barra de ferro no fio de alta tensão.
Os militares foram ao local e encontraram Alexandro caído na marquise da obra, a uma altura de seis metros do solo, e a barra de ferro ainda encostada na fiação elétrica.
Imediatamente foi acionada uma equipe da Copel, para o desligamento da energia. O SAMU e O Corpo de Bombeiros também foram ao local para o resgate de Alexandro, o qual foi retirado do local em uma maca e, em seguida, colocado em uma ambulância e transportado para a unidade de saúde, onde permanecia internado.
É comum no Brasil encontrarmos, principalmente em bairros carentes, homens trabalhando em obras sem a fiscalização e equipamentos adequados para a segurança, normalmente essas pessoas não são profissionais capacitados e não estão sendo supervisionados por nenhum profissional da área, essa situação abre uma grande possibilidade de ocorrências de acidentes. Percebemos que nesse ocorrido, Alexandro não estava utilizando os EPI’s necessários para sua segurança. Uma simples luva de borracha e um calçado adequado evitariam a morte de Alexandro. Além disso, na imagem, o edifício se encontra muito próximo a uma rede de fios elétrica sem nenhum tipo de barreira que impedisse o contato dos operários com os fios.
Um outro fator que impõe grande riscos as pessoas que não estão envolvidas na construção seria a falta de sinalização e desvio adequado aos pedestres na base da obra.

Homem morre após cair de uma plataforma durante expediente.



Em 7 de abril  o funcionário Luís Valdo Rodrigues Gomes, de 43 anos, morreu após cair de uma plataforma de seis metros em uma empresa de construção no Distrito Industrial Uninorte, em Piracicaba (SP), enquanto trabalhava na manutenção de um exaustor.

No momento que ele checava o aparelho, a plataforma que ele estava cedeu, provocando a queda do funcionário. O exaustor também caiu , mas ao lado dele.

“Eles estavam manutenção externa do exaustor e quando soltaram o parafuso a peça caiu na estrutura que eles estavam pisando e ai trazendo o piso para baixo, provocando, infelizmente, esse acidente”. diz o presidente do Sitcom, Milton Costa.

A empresa informou que cumpre as normas de segurança e que irá colaborar com as investigações. Em nota, a Jôfêgê Pavimentação e Construção disse que o setor de segurança do trabalho da empresa está verificando as causas do acidente.

(fonte: http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/funcionario-morre-apos-cair-de-plataforma-de-6-metros-em-empresa-de-construcao-de-piracicaba.ghtml)

É muito comum encontrarmos operários trabalhando em manutenção de equipamentos em alturas sem o uso de cabos que prendam e segurem o operário na estrutura assegurando este de uma queda. No caso em questão Luis Valdo não utilizava nenhum  equipamento de proteção que o prevenisse da queda. Segundo as normas de regulamentação é obrigação do empregador oferecer equipamentos de proteção bem como orientar os funcionários de como esses EPI’s devem ser utilizados.

Muito provavelmente a morte do operário Luis Valdo seria evitada se a empresa disponibilizasse um cabo de linha de vid, uma estrutura que feita em cima de onde o trabalhador está para que ele possa colocar o cinto de segurança.

Operário morre em construção de Prédio

  Fonte:  http://g1.globo.com/bahia/noticia/operario-morre-apos-acidente-de-trabalho-em-obra-de-predio-no-corredor-da-vitoria.ghtml.  A...